.1979.
Eu. Eu sou conjunto de monstrinhos internos, guardados por mim, para mim e mais ninguém. Ninguém pode saber dos meus: s e n t i m e n t o s, meu emaranhado de idéias. Tenho uma incapacidade não definida de me expressar e uma mania irritante de complicar as coisas. Dou autoria de coisas minhas para outras pessoas quando não consigo admitir que fui eu quem fiz. Para mim interessam e muito as vidas alheias, elas parecem sempre divertidas e cheias de novidades. Gosto de pensar em viagens no tempo e em mundos e realidades paralelas. Quando o relógio marcar cinco e trinta da manhã é hora de levantar, coisa de rotina, coisa que não gosto. Mas o horário é sagrado para ouvir música. É o único horário do dia feito para ouvir música. Em todas as outras horas a música pode sim ser dispensável. Eu tenho inúmeros apelidos: Paulinha, Paulette, Yun, Yunie, Bonitinha, Bizo, Pissungo, Seu Uiui, Santo, Santinho, Kisa-chan, Fukudinha, Capanga, Capa, Candy Kupps, e tem até aquela personagem da história sobre o tempo e o infinito. Para mim o som de um piano é apaixonante e com certeza uma das maiores frustrações da minha vida é não ter aprendido a tocá-lo. Quem sabe ainda não dá tempo... Não acredito em coincidências, para mim existe apenas o inevitável. Sou orgulhosa, preguiçosa, perfeccionista e ciumenta. Tenho ciúmes do meu banheiro e uma estranha necessidade de me explicar para tudo, como se sempre houvesse uma precisão de detalhar as coisas. Eu sou dona do meu mundo laranja, do meu espaço. All Star, Livros, Filmes, Shows, Adriana Calcanhotto, vídeo-game, Smashing Pumpkins, computador, cubo mágico.Marcadores: .eu.
2 Comments
Adriana, a sucinta. Farei uma comotion apostando: uma olhadela no Caderno Amarelo por uma gaveta de preciosidades, topas?! Infinito é, eu diria, como o sentimento de aeroporto, noite, risos, palhetas, cassatas e suas respectivas intensidades. Você é linda, esqueceu de dizer ai (:
Paulette é mesmo um docinho, nossa Candy. Bonitinha como ela só.
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Eu: Paula Murad
.Linkage.
º Beáaaa .Twittando.
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